Janeiro foi o mês em que nasceu este blogue. Este canto de luz de todos os dias. Aqui é onde guardo pessoas, lugares, acontecimentos luz que me guiam a chegar a casa, ao melhor de mim. Mais de 25000 pessoas já passaram pelo blogue - emociona-me sempre cada gosto, cada comentário... é como se cada um fosse companheiro desta viagem. Em Janeiro soube que ia ser tia de coração.
Fevereiro é sempre o meu mês. Aquele em que celebro a vida. Foi por isso que optei por no grande dia 24 de Fevereiro viver de uma forma mais saudável. Foi nesse dia que tive o meu primeiro treino com o PT com mais luz o Gonçalo. Foi com ele que ganhei o gosto por me mexer todos os dias. (impagável! Grata para sempre). Em Fevereiro tive a minha primeira festa surpresa organizada pelo meu ponto de luz de todas as quintas-feiras, os meus meninos da catequese.
Março foi o mês em que se foram os primeiros 6 quilos que nunca mais voltaram a mim. Foi o mês em que chegou a Marta à minha vida caída literalmente do céu, mais uma pessoa luz 2016 e das melhores pessoas que tenho na minha vida.
Em Abril fiz uma tatuagem!!! Ah! Ah! Ah! Nem toda gente sabe e ainda me lembro a cara de alguns amigos quando viram. (Pensavam que era das que saíam ... ).
Maio foi o mês que me inscrevi no crossfit. Faço parte das primeiras que fizeram aquela turma que me orgulho tanto e que me trouxe muitas pessoas luz 2016. Maio foi o mês que me trouxe a paz e a serenidade, a mesma paz e serenidade que trago de cada aula sempre que deixo tudo na wod.
Junho fui convidada para ser madrinha da minha querida Joana, a amiga de todos os dias e todas as horas e de certeza a Joana Princesa 2017, fazer parte dos sonhos dos que amamos é sempre motivo de alegria verdadeira.
Julho foi o mês de Portugal. Muitos dias acordei e a primeira coisa que fazia era ver o vídeo do percurso de Portugal no euro. Em Julho descobri que há impossíveis que só existem na minha cabeça e que por isso só eu tenho a chave.
Em Agosto saltei para a caixa!!! Ah! Ah! Superei-me! Corri 11 km com o Fábio, este amigo especial e pessoa luz 2016. Casou a minha Paula que estava linda e com quem estou em falta.
Setembro NUNCA mais será o mesmo. Nasceu a Sofia, 9 meses depois do post que escrevi sobre ela. Curioso, não é?
Outubro foi o mês de deixar de ser indecisa e descobrir dentro de mim a saber o que quero e o que não quero.
Novembro foi o mês em que fiz um ano de Dra Mariana. É ao seu trabalho e à minha correspondência que devo o título deste texto e tantas mudanças em mim e que não consigo transcrever em palavras.
Dezembro ainda não terminou. Ainda assim, já é um mês de verdade, perdão e gratidão.
Agradeço às pessoas luz que chegaram em 2016, a Sofia, o Gonçalo, a Cátia, o Pedro, o Fábio, a Marta, o Joaquim, a Susana, a Ana, a Vânia, o Rafael, o Rui, o Francisco..
Agradeço muito aos de sempre:
Em especial aos meus pais de coração à Filipa e ao Miguel, aos manos de coração a Sofia e o Tito e um bocadinho das duas coisas a minha Ritinha...
Agradeço sempre à Isabel e à Lili que foram dois bons ancoradouros sempre.
Agradeço muito às babes amigas de toda a vida.
Agradeço à minha troika meu porto sempre seguro.
Agradeço muito às minhas vizinhas que cuidam de mim com tanto carinho.
Agradeço aos meus clientes que permitem fazer o que gosto.
Agradeço ao meu ponto de luz de quinta-feira e às suas famílias.
Para finalizar agradeço aos meus amigos especiais, as crianças, a quem gosto sempre de descer e com eles crescer e realizar sonhos...
De braços abertos para te receber 2017!...
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Que eu nunca me esqueça. Amén.
Tive alguma dificuldade a entrar em modo Natal. (Mesmo com os mil jantares de Natal que tive mais os que não pude ir).
Ao contrário de todos os anos não tirei um dia para ir à capital do império. Enfiar-me em diferentes Centros Comerciais e dar uso ao verbo comprar.
Fiz compras a pé, desfrutando do sol, cumprimentando as pessoas, bebendo um café nos galegos com amigos que ia encontrando na rua e indo atender clientes ao escritório.
Entre as diferentes boas lojas sineenses que existem, fui à Talha.
Recomendo pelo atendimento cuidado e os produtos de grande qualidade. O gin da família Cabanejo e o cabaz da avó foram de lá.
Decidi fazer um cesta gourmet para a minha médica, a Dra Mariana. Pedi ajuda à Sara que se prontificou a que nada faltasse na minha cesta.
Mel, licor, compota de mirtilo...enquanto era preparada a rigor, a Sara disse-me: "Nunca podemos esquecer quem cuida bem de nós..."
Fez me tanto sentido e trouxe-me tanta luz.
Repito como se de uma oração se tratasse:
"Que eu nunca me esqueça de quem cuida bem de mim. Amén."
"
Ao contrário de todos os anos não tirei um dia para ir à capital do império. Enfiar-me em diferentes Centros Comerciais e dar uso ao verbo comprar.
Fiz compras a pé, desfrutando do sol, cumprimentando as pessoas, bebendo um café nos galegos com amigos que ia encontrando na rua e indo atender clientes ao escritório.
Entre as diferentes boas lojas sineenses que existem, fui à Talha.
Recomendo pelo atendimento cuidado e os produtos de grande qualidade. O gin da família Cabanejo e o cabaz da avó foram de lá.
Decidi fazer um cesta gourmet para a minha médica, a Dra Mariana. Pedi ajuda à Sara que se prontificou a que nada faltasse na minha cesta.
Mel, licor, compota de mirtilo...enquanto era preparada a rigor, a Sara disse-me: "Nunca podemos esquecer quem cuida bem de nós..."
Fez me tanto sentido e trouxe-me tanta luz.
Repito como se de uma oração se tratasse:
"Que eu nunca me esqueça de quem cuida bem de mim. Amén."
"
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Calcanhar de Aquiles
Há pessoas que passam pela nossa vida que alegadamente sabem pisar o nosso calcanhar de Aquiles.
Sabem tocar-nos naquele botão que nos faz reagir como um autómato - sem pensar - o chamado efeito acção/reacção.
Ontem aconteceu comigo. Carregaram-me com força no botão.
O que fiz?
Nada. Incrivelmente nada.
Estou orgulhosa de mim.
Mais do que saltar para a caixa saltei por cima de todas as reacções esperadas. Fitei-as tal como o toureiro a pé fita um toiro.
Não alimentei essa fome amargurada - igual à que passo sempre que saio da Mabi sem ter comido ou resistido ao croissant de chocolate.
Alimentei com um doce silêncio que aquece um coração em paz que nem um chá numa noite de Inverno como esta.
Este coração protegido pela sabedoria do meu avô Júlio no conforto de uma manta polar que me sussurra "faz boa letra e dá a ler a quem quiseres".
Sabem tocar-nos naquele botão que nos faz reagir como um autómato - sem pensar - o chamado efeito acção/reacção.
Ontem aconteceu comigo. Carregaram-me com força no botão.
O que fiz?
Nada. Incrivelmente nada.
Estou orgulhosa de mim.
Mais do que saltar para a caixa saltei por cima de todas as reacções esperadas. Fitei-as tal como o toureiro a pé fita um toiro.
Não alimentei essa fome amargurada - igual à que passo sempre que saio da Mabi sem ter comido ou resistido ao croissant de chocolate.
Alimentei com um doce silêncio que aquece um coração em paz que nem um chá numa noite de Inverno como esta.
Este coração protegido pela sabedoria do meu avô Júlio no conforto de uma manta polar que me sussurra "faz boa letra e dá a ler a quem quiseres".
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
BAGATELLE
Gostaria que este fosse o primeiro de muitos que hão de vir.
Como não sei se outros virão, quero que este fique na memória como uma fragrância que chega.
Sines será sempre a minha cidade mesmo que parta amanhã ou no outro dia.
E, em Sines há ruas e famílias que serão sempre minhas mesmo que não sejamos sangue do mesmo sangue.
Em Sines haverá sempre galegos, zorros e mar.
Na Rua Serpa Pinto há a Bagatelle.
Poderia ser francesa mas é portuguesa e é só para mim ou para cada um que por lá passa.
Sinto isso quer quando entro por precisar de alguma coisa para mim, quer quando preciso de oferecer algum presente a alguém muito querido, quer ainda quando passo só para cumprimentar a Rute ou a Miriam enquanto por ali ando na lide - pequenos prazeres que não dispenso por nada.
Nesta última vez procurava um perfume para mim.
Dizia-me a Rute: "Experimente este Dra, está numa fase de mudanças, arrisque." (A Rute lê o blogue...)
Arrisquei. E, trouxe comigo o sapato - que, para mim não é o Good Girl da Carolina Herrera é o sapato da Rute, da Bagatelle - esta bagatela de ternura e atenção que por isso é «precious». (ler com entoação do Senhor dos Anéis)
Como não sei se outros virão, quero que este fique na memória como uma fragrância que chega.
Sines será sempre a minha cidade mesmo que parta amanhã ou no outro dia.
E, em Sines há ruas e famílias que serão sempre minhas mesmo que não sejamos sangue do mesmo sangue.
Em Sines haverá sempre galegos, zorros e mar.
Na Rua Serpa Pinto há a Bagatelle.
Poderia ser francesa mas é portuguesa e é só para mim ou para cada um que por lá passa.
Sinto isso quer quando entro por precisar de alguma coisa para mim, quer quando preciso de oferecer algum presente a alguém muito querido, quer ainda quando passo só para cumprimentar a Rute ou a Miriam enquanto por ali ando na lide - pequenos prazeres que não dispenso por nada.
Nesta última vez procurava um perfume para mim.
Dizia-me a Rute: "Experimente este Dra, está numa fase de mudanças, arrisque." (A Rute lê o blogue...)
Arrisquei. E, trouxe comigo o sapato - que, para mim não é o Good Girl da Carolina Herrera é o sapato da Rute, da Bagatelle - esta bagatela de ternura e atenção que por isso é «precious». (ler com entoação do Senhor dos Anéis)
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Depois de um ano...
Lembro-me como se fosse hoje:
Um vestido azulão -, um cabelo desgrenhado, 11 quilos a mais e os olhos tristes - era eu há um ano atrás - sentada na frente da maior.
Hoje olho-me com estes meus ténis vermelhos, o meu cabelo alisado, com uma luz no olhar e amanhã vou ao Portugal Fit - um ano depois.
Esperou-me uma hora, como sempre tivesse esperado por mim.
Ouviu tudo o que tinha para lhe dizer.
No fim perguntei-lhe: "Estou doente?"
"Não. Está em sofrimento. Andou num barco à deriva em alto mar e leva-se muita pancada.Acho que posso ajudá-la, se quiser volte na próxima semana."
Voltei todas ou quase todas até hoje.
Sempre assertiva em cada pergunta ou afirmação que faz.
Gosto de pensar que ela é a agricultora e eu sou a terra fértil. Antes da seara é necessário queimar as ervas ruins que transformadas em cinza são o melhor fertilizante.
Com a Dra Mariana tenho procurado despir-me do que aprendi, esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar as minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu...
Um vestido azulão -, um cabelo desgrenhado, 11 quilos a mais e os olhos tristes - era eu há um ano atrás - sentada na frente da maior.
Hoje olho-me com estes meus ténis vermelhos, o meu cabelo alisado, com uma luz no olhar e amanhã vou ao Portugal Fit - um ano depois.
Esperou-me uma hora, como sempre tivesse esperado por mim.
Ouviu tudo o que tinha para lhe dizer.
No fim perguntei-lhe: "Estou doente?"
"Não. Está em sofrimento. Andou num barco à deriva em alto mar e leva-se muita pancada.Acho que posso ajudá-la, se quiser volte na próxima semana."
Voltei todas ou quase todas até hoje.
Sempre assertiva em cada pergunta ou afirmação que faz.
Gosto de pensar que ela é a agricultora e eu sou a terra fértil. Antes da seara é necessário queimar as ervas ruins que transformadas em cinza são o melhor fertilizante.
Com a Dra Mariana tenho procurado despir-me do que aprendi, esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar as minhas emoções verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu...
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
No outro dia a Rita dizia-me: "Tu és VIP - very importante person."
Olhei-a. Sorri. Pensei e disse: "Pois sou. A propósito do que disseste irei escrever no blogue."
Neste último ano descobri entre muitas outras luzes, isso mesmo, sou a pessoa mais importante da minha vida.
Nada nem ninguém me pode substituir.
Cada um de nós tem os seus defeitos e virtudes.
E é com a realidade do que somos que amamos e somos amados.
Não adianta ser o que não somos nem amar a expectativa do que poderá vir a ser.
Por sermos a pessoa mais importante da nossa vida temo-nos de cuidar muito bem.
Cada um descobrirá como pode cuidar melhor de si e ser a sua pessoa VIP.
É quando cuidamos melhor de nós que damos o nosso melhor a cada um que se cruza no caminho.
Olhei-a. Sorri. Pensei e disse: "Pois sou. A propósito do que disseste irei escrever no blogue."
Neste último ano descobri entre muitas outras luzes, isso mesmo, sou a pessoa mais importante da minha vida.
Nada nem ninguém me pode substituir.
Cada um de nós tem os seus defeitos e virtudes.
E é com a realidade do que somos que amamos e somos amados.
Não adianta ser o que não somos nem amar a expectativa do que poderá vir a ser.
Por sermos a pessoa mais importante da nossa vida temo-nos de cuidar muito bem.
Cada um descobrirá como pode cuidar melhor de si e ser a sua pessoa VIP.
É quando cuidamos melhor de nós que damos o nosso melhor a cada um que se cruza no caminho.
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
11 anos
Ele permite-nos ser nós, eu e tu, sem filtros ou a maquilhagem da formalidade dos vinte anos que nos separam e que levam os teus pais a dizer: "A Maria da Luz não é da tua idade".
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